← MAGIA PLANETÁRIA
Caderno de estudo

Fontes e critérios

Conheça as fontes de Agrippa, Arbatel, Cabala hermética e Dion Fortune, as variantes de nomes e os critérios usados nos estudos planetários.

Agrippa — De occulta philosophia

Os três livros de filosofia oculta, publicados integralmente em 1533, articulam magia natural, matemática e cerimonial. O livro I apresenta relações entre coisas terrestres e astros; o livro II inclui tabelas numéricas planetárias e considerações sobre tempos e imagens.

Consulte a tabela do livro II, capítulo 22, as correspondências do livro III, capítulo 10 e as listas alternativas do capítulo 24.

Arbatel de magia veterum

Publicado em 1575, o Arbatel apresenta os sete governadores olímpicos nos aforismos 15–17. O vínculo entre cada nome e seu planeta é utilizado neste guia. As aplicações contemporâneas não são atribuídas ao texto original.

Consultar o Arbatel e sua edição comparada.

Clavícula de Salomão

A tradição da Clavícula reúne manuscritos e edições com diferenças de organização, nomes e figuras. Ela ajuda a contextualizar o papel de dias, horas e pantáculos em operações rituais. Uma figura deve ser identificada por sua edição, não apenas por um número que pode mudar entre versões.

Consultar a edição da Key of Solomon.

Cabala hermética e tabelas posteriores

Liber 777, de Aleister Crowley, permite comparar esferas e arcanjos da tradição hermética, além de transliterações modernas. A consulta de uma tabela não implica adoção integral do sistema thelêmico. As grafias principais de inteligências e espíritos deste site permanecem ligadas à edição de Agrippa de 1651.

A extensão de Dion Fortune

O ensaio The Outer Planets & the Tree of Life, de Dion Fortune, reproduzido por Gareth Knight, é a fonte da extensão moderna adotada. Essa opção é identificada nos perfis dos três astros e explicada no guia de vertentes.

Critérios editoriais

Este guia reúne magia planetária renascentista e Cabala hermética ocidental, em diálogo com a Cabala cristã de Agrippa. A lista principal de arcanjos planetários é a segunda do livro III, capítulo 24, com Miguel no Sol e Raphael em Mercúrio. As relações sefiróticas são uma comparação identificada. O guia não representa todas as escolas da Cabala judaica. A extensão de Fortune aparece em separado; regências clássicas e modernas permanecem identificadas.

Perguntas e exercícios são autorais. Cores e artes têm função editorial. As artes são ilustrações geradas por IA; não são retratos documentais, sigilos ou tábuas. O calculador aplica horas temporais, sem elaborar mapas ou eleições astrológicas.

Uso astrológico e classificação astronômica

Sol e Lua são chamados de planetas no uso astrológico histórico. Na astronomia são estrela e satélite. Plutão permanece no repertório astrológico moderno e é classificado como planeta anão na astronomia. Consultar a descrição de Plutão pela NASA.